Chuva, desabamento de algum pedaço dos dois prédios que estava tendo aula hoje...acho que estavam tentando me pegar!hehehe...Mas graças a deus, o dia geralmente não termina como a gente espera : recebi uma notícia que eu sonhava, pedia, implorava que acontecesse e o universo me concebeu isso. OBRIGADA UNIVERSO =)
Tá, tirando o lado pessoal da coisa, o dia terminar do jeito que não esperamos é bom e ruim. É bom pra quem teve um dia desastrado como esse que eu tive, mas não é bom por exemplo para alguém que perde um ente querido no fim do dia.. A cerca de um mês,um senhor acordou, viu televisão, saiu, foi ao dentista durante o dia e ao entardecer enfartou e partiu deixando saudade aos que ficam.
Como já falei e costumo repetir sempre:: As coisas não são permanentes(ainda bem)e tudo muda o tempo inteiro. De nada adianta planejar futuros longos ou até mesmo dias...Claro que é sempre bom prever o que fazer, mas quando as coisas acontecem fora do nosso alcance é impossível controlar.
Planeje...mas viva =D e prepare-se para as adversidades...ou coisas ótimas ;)
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Capítulo 30 - O que é amor?
Primeiramente, obrigado a todos os visitantes pelos comments, e principalmente agradecer a ilustríssima presença da Stella Florence por aqui, muito fofo teu recado!
Sábado, 7:30 da manhã, parada de ônibus rumo a faculdade : eis que surge uma guria, da minha idade e começa a puxar trova fiada comigo...ela parece ser legal mas no entanto não estava muito bem, começa a desabafar sobre o relacionamento dela e da vingança que ela armou para o companheiro que chegou bebum em casa(escondeu seus documentos e carteiras, ou melhor, levou pra aula com ela). Castigo, foi um castigo dos bons, certamente.
Sábado, em torno das 9:30 da manhã, aula de ética e filosofia : eis que assistimos um vídeo sobre Schopenhauer , o filósofo e sua nada 'graciosa' visão do amor. Para quem não sabe , Schopenhauer defendia o amor como uma manifestação inconsciente de perpetuar a espécie e que casamento era o caminho para duas pessoas se odiarem profundamente. No vídeo, outro filósofo falava a respeito dele e exemplifica com cenas do cotidiano, ao cúmulo de chegar nas festas e perguntar para as mulheres "VocÊ sabia que você está aqui para procriar?" e obviamente as respostas não foram muito,ahn, amigáveis.
Sábado, de tarde em casa...WTF é o amor então? É um conjunto de relações biológicas que a gente olha pra uma pessoa x e inconscientemente pensa "hmmm...ótimo genes, vamos ter ótimos filhos"? É a gente bloquear o namorado em casa e matar de preocupação tirando algo importante? É o que, aifnal?
Pensando como o Schopenhauer , eu me deprimo. Não é possível que não exista coisa além do que atração biológica...isso entra muito naquele lance de 'nascer,crescer,reproduzir,morrer'...já tira um pouco(pouco?!) da história do que é o sentido da vida afinal.É triste, é vazio pra caramba pensar assim.
Porque tanta gente tenta conceituar isso?Uns amam de um jeito e outros de outro jeito, chega a ser lógico. As intensidades não importam, cada um a sua maneira. Se for para sofrer miseravelmente, desculpa, não é amor. Se for para não acreditar no outro, não é amor.
Amor , na modesta opinião da louca que vos escreve é cumplicidade. Sem isso, amor não é porcaria nenhuma.
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Capítulo 22 - Quando mesmo que começamos a filosofar?
Estou eu aqui fazendo um trabalho pra a cadeira fatídica dos sábados matinais...'Ética e Filosofia da Ciência'. O trabalho consiste em escrevermos um relato de vivência, algo que pela primeira vez paramos para pensar sobre um determinado ato, o pensar dentro do pensar, quando percebemos as coisas e nos admiramos com ela. É, tem um quê de "O Mundo de Sofia", mas enfim...
Vou contar um pouco do meu relato de vivência, ou seja, algo que me impressionou muito ao longo da vida e levo até hoje:
"Lembro quando eu tinha 6 anos e em uma manhã fui comprar uma bolachinha num armazém da esquina de casa , como era perto, minha mãe ficaria me cuidando da porta de casa. Ao sair de casa com minha mãe, nos deparamos com a minha gatinha, a Tusca, deitada, dura como uma pedra no outro lado da rua : ela estava morta. No primeiro momento, não conseguia entender porque minha gatinha não acordava para birncar comigo, mas com os passar dos dias entendi que ela não voltaria, que ela tinha ido pro tal 'céu'. Foi então, a partir deste momento, que percebi que nem todos ficam do nosso lado para sempre."
É, esse foi meu primeiro contato com a impermanência da vida...Pq o tempo passa? Qual é nossa real percepção de tempo?Porque nada é para sempre?Porque nos apegamos e é tão dificíl se desapegar?Pq não temos ao nosso lado nosso gato, nosso cachorro da infância(deus, rolou lágrima aqui, me lembrei da minha eterna Salomé...que deus a tenha!)para sempre?Porque queremos arrecadar as coisas e nunca mais soltar?Porque?
É complicado...ainda bem que nesse trabalho ele não me pediu resposta.Apenas perguntas.Se bem que segundo ele, se não temos respostas é porque não soubemos perguntar...discordo, mas enfim.
E vocês, quando tiveram a percepção do ato de filosofar?
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terça-feira, 30 de junho de 2009
Novo blog
Olá,
Sempre fui entusiasta de blogs, tive um durante 2 anos e meio(era até pelo blogspot, mas eu era a Nathy Kiedis...hehehe)até que enchi o saco e sai a viver e não voltei mais. Não sei porque associei o blog com limitação de vida, enfim, um preconceito bobo que eu criei mas era hipócrita de ter o blog, se é por isso.
Cá estou eu, depois de 4 anos, voltando ao mundinho dos blogs. Porque eu voltei a ter um blog? Porque estou sentindo uma necessidade ABSURDA de escrever. Claro que isso aqui não é um desfile da minha vida pessoal que vai incluir detalhes sórdidos, longe disso, é puramente para filosofar..Prometo postar sob efeito de alcool tbm...hahahaha!
Inaugurando as filosofias, hoje tava lá na PUC, depois de ter almoçada com meu amigo Xuxu(sim, eu dou apelidos estranhos pra todos meus amigos...hehehee) e fui abordada por crianças de 5a série do colégio Champagnat(que fica quase dentro da PUC...) . Eles queriam uma breve entrevista pro trabalho de religião, e sei lá, já passei por essas de ser "pesquisadora" e me prestei a responder as perguntas, e lógico, que a primeira pergunta que me veio na cabeça que eles iriam fazer é se eu acreditava em deus : Dito e feito, mas foi tipo a penúltima pergunta. O que eles perguntaram me pertubou um pouco, confesso ; Eles perguntaram o que era felicidade e eu rapidamente respondi que eram todos os momentos(é, to no otimismo way of life mas to me ralando por isso, enfim, não vou perder a fé...) e perguntaram também se eu era feliz e porquê.
OH MY GOD, REALIZA: 14:00,terça feira que antecede meu aniversário de 24 anoss, campus central, indo pro banco, crianças abordam perguntando se eu era feliz e porquê...te juro, bloqueei de um jeito que nem lembro o que respondi. Juro que não to fazendo isso por lamentação do tipo "morram de pena de mim, não sei se sou feliz", pelo contrário, repensando agora eu tenho CERTEZA de que sou feliz, mas é da minha maneira e ponto.De um ano pra cá mudei muita coisa em termos de conceito e descobri que sou completa sozinha, que não preciso de outra pessoa para culpar pela infelicidade, caso ela exista...É engraçado pensar sobre Felicidade: muitos dizem que não são porque não tem alguém do lado, ou porque não conseguiram comprar tal coisa ou porcarias do gênero...É muito relativo,mas o que eu sei é que não são momentos. É uma escolha que tu faz e ponto.
Sem mais delongas, só eu vou ler isso total né.
Soundtrack : [Ludov - Todo esse ar]
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